quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Como Montar um Sistema de Irrigação Alternativo

O bom e velho sistema de irrigação tem nos servido desde a antiguidade, os egípcios foram os primeiros, desenvolveram grandes sistemas as margens do Rio Nilo, e hoje temos os mais avançados sistemas de irrigação, cada vez mais eficientes e potentes, porém, inacessível por grande parte dos agricultores por conta do alto preço de implantação.
A saída foi improvisar e criar outros meios para irrigar as plantações sem ter que desembolsar altas quantias para isso.
Vamos ver quais os dois tipos de irrigação alternativa mais utilizados atualmente, que apesar de serem bem simples, não deixam a desejar.
Micro aspersão com palitos de cotonete
1º Passo: Construção o Reservatório
Caso já tenha um reservatório em sua propriedade pule para o próximo passo.
O tamanho do reservatório vai depender da área a ser irrigada, quanto maior a área, maior o reservatório. Uma bomba submersa ou externa será usada para bombear a água para o sistema, é importante utilizar um filtro na saída de água, para evitar entupimento dos micro aspersores.
2º Passo: Construção dos Aspersores
Para construir os aspersores basta retirar o algodão das extremidades do cotonete, esquentar uma ponta e apertar com alicate. Depois, insira um arame fino dentro do canudinho e faça um corte abaixo da ponta lacrada do canudinho, corte mais ou menos a metade.
3º Passo: Montagem do Sistema
Para montar o sistema vamos utilizar mangueiras de ¾”, que servirão como linhas de transmissão. A mangueira deve seguir o canteiro horizontalmente e deve ficar suspensa cerca de 40 cm. Pode-se utilizar estacas de madeira e arame para manter a mangueira suspensa. Os micro aspersores são colocados a cada 40 cm, devendo-se evitar canteiros muito longos para não perder a pressão do sistema.
Gotejamento com Palitos de Cotonete
1º Passo: Cortar das Pontas do Cotonete
Para fazer isso utilize uma tesoura ou uma faca bem afiada.
2º Passo: Garrafa Pet
Pegue uma garrafa pet de 2 litros, faça um pequeno furo no fundo e corte a parte de cima.
3ª Passo: Montagem
Insira o palitinho do cotonete no orifício já feito e coloque um pedaço de espuma no fundo da garrafa para evitar entupimento do palitinho.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

(Foto: Lagoa Azul - Jericoacoara




 







Tudo em mim clama por ti:
meu sol se pondo, f
minha lua minguante
meus tempestivos silêncios.
Tudo grita teu nome e se exalta
a cada estrela que cai 
quando te procuro e não te encontro.

Tudo me diz da tua presença,
mas nada vejo além do horizonte
que os teus olhos não querem alcançar.


Aíla Sampaio



f - www.google/imagens.com)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Vacinas para ovinos e caprinos: quais, como e quando utilizá-las?

Em virtude dos altos custos da produção agropecuária e da competitividade dos mercados mundiais quanto a exportação de carnes e sub-produtos, o correto manejo sanitário torna-se imprescindível para o sucesso dos criatórios caprinos e ovinos, representando, muitas vezes, o fator determinante da viabilidade da produção rural. Entre outros fatores, o controle sanitário só é possível a partir da adoção de medidas preventivas para evitar uma série de enfermidades que acometem os animais (Langoni, 2004), condição que ressalta a importância da prática de vacinações como ferramenta de manejo dos rebanhos.

Fatores Limitantes na Agropecuária


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Procedimento para coleta de amostra de solos


Material básico:
Recipientes (sacos de plásticos robustos de preferência) para cerca de 500g. de amostra;
Identificadores (tipo 1) nos recipientes (etiquetas firmes e/ou escrita direta) para os dados do questionário de identificação da amostra, e (tipo 2) para onde os resultados das amostras devem ser enviadas.

Instruções:
Dividir a propriedade em áreas uniformes de até 10 hectares, para a retirada de amostras. Cada uma dessas áreas deverá ser uniforme quanto a cor, topografia, textura e quanto as adubações e calagem que recebeu. Áreas pequenas, diferentes das circunvizinhas, não deverão ser amostradas juntas. Cada uma das áreas escolhidas deverá ser percorrida em zig-zag, retirando-se com um trado, amostras de 15 a 20 pontos diferentes, que deverão ser colocadas juntas em um balde limpo. Na falta de trado, poderá ser usado um tubo ou uma pá. Todas as amostras individuais de uma mesma área uniforme deverão ser muito bem misturadas dentro do balde, retirando-se uma amostra final, em torno de 500g.



Figura: Exemplo de retirada de amostra de um terreno de baixada (amostra 1) e de meia encosta (amostra 2). As áreas dentro dos círculos não devem ser amostradas.

As amostras deverão ser retiradas da camada superficial do solo, até a profundidade de 20 cm, tendo antes o cuidado de limpar a superfície dos locais escolhidos, removendo as folhas e outros detritos. Não retirar amostras de locais próximos a residências, galpões, estradas, formigueiros, depósitos de adubos, etc. Não retirar amostras quando o terreno estiver encharcado. No caso de culturas perenes (frutíferas por exemplo) sugere-se tambem retirar amostras entre 20 e 40cm de profundidade.

Identificar perfeitamente cada amostra no identificador tipo 1, numerando cada recipiente com o mesmo número colocado nos seus apontamentos particulares.

Identificar perfeitamente cada amostra no identificador tipo 2, o endereço para onde devem ser remetidos os resultados.

Definições de Extensão Rural




1. ER (Extensão Rural) é um processo educacional que objetiva ajudar o povo (considerando povo – indivíduos e instituições) interpretar e responder, de maneira apropriada, as mensagens de mudanças que interessam à promoção do desenvolvimento sócio-econômico do meio rural, através das forças vivas da comunidade.

2. ER (Extensão Rural) é um processo educacional baseado no conhecimento da realidade rural e adequado às necessidades do meio, tendo a participação da família rural, dos líderes da comunidade e o apoio das autoridades locais.

3. ER (Extensão Rural) é um processo cooperativo de mobilização da liderança política, econômica e social, tendo em vista sua integração ativa no desenvolvimento da agricultura e na elevação do nível de vida dos produtores rurais.

4. ER (Extensão Rural) “é um processo cooperativo, baseado em princípios educacionais, que tem por finalidade levar, diretamente, aos adultos e jovens do meio rural, ensinamentos sobre agricultura, pecuária e economia doméstica, visando modificar hábitos e atitudes da família, nos aspectos técnico, econômico e social, possibilitando-lhe maior produção e melhorar a produtividade, elevando-lhe a renda e melhorando seu nível de vida.” ( Definição da ABCAR).

Fonte(s):

ambientebrasil

A Triste Partida

Agricultura Familiar

Avicultura - Criação de Pintinhos

Planejamento da produção de suínos em lotes com vazio sanitário entre lotes


Nos sistemas de produção de suínos em escala, um dos aspectos importantes na prevenção de doenças e na melhoria do desempenho dos animais é o planejamento e o manejo das instalações. Isto é possível através da utilização do sistema de produção em lotes, com vazio sanitário entre cada lote (sistema "todos dentro todos fora"), nas fases de maternidade, creche e crescimento-terminação. Este sistema é fundamental em criações com mais de 35 matrizes para reduzir a pressão infectiva, a transmissão de agentes patogênicos entre animais de diferentes idades e para racionalizar o uso da mão-de-obra nas atividades de manejo.

Cultura da Abóbora


Instalações para suínos


Homeotermia

Os suínos são animais homeotérmicos, capazes de regular a temperatura corporal. No entanto, o mecanismo de homeostase, é eficiente somente quando a temperatura ambiente está dentro de certos limites. Portanto é importante que as instalações tenham temperaturas ambientais próximas às das condições de conforto dos suínos. Nesse sentido, o aperfeiçoamento das instalações com adoção de técnicas e equipamentos de condicionamento térmico ambiental tem superado os efeitos prejudiciais de alguns elementos climáticos, possibilitando alcançar bom desempenho produtivo dos animais.

Técnico em Agropecuária


Técnico em Agropecuária


Profissional que atua auxiliando o Agrônomo, Veterinário e Zootecnista, orientando tecnicamente Agricultores e Pecuaristas no desempenho de suas atividades.

O Que Faz Um Técnico em Agropecuária?

Executa quando necessário, esboços e desenhos técnicos de sua especialidade segundo especificações técnicas e outras indicações. Faz coleta e análise de amostras, realizando testes de laboratórios e outros. Estuda as causas que originam os surtos epidêmicos em animais. Dedica-se ao melhoramento genético das espécies animais e vegetais. Seleciona reprodutores e matrizes e procede a inseminação artificial e outros processos. Controla o manejo de distribuição de alimentos de origem animal e vegetal. Participa na execução de projetos e programas de extensão rural. Orienta e treina produtores rurais, pecuaristas, equipes de campo e outros a respeito de técnicas de agropecuária. Desempenhar tarefas técnicas ligadas á agropecuária, auxiliando em aulas práticas. Estuda os parasitas, doenças e outras pragas que afetam a produção agrícola, realizando testes, análises de laboratório e experiências e indica os meios mais adequados de combate a essas pragas.

Onde Atua o Técnico em Agropecuária?

O técnico em Agropecuária atua em empresas públicas e privadas ligadas ao setor primário, em Instituições Governamentais, Carteiras Agrícolas de Instituições Bancárias, no apoio ao comércio de insumos ligados ao setor agropecuário.












Jornada de Trabalho

A carga horária de Trabalho de um Técnico em Agropecuária varia de acordo com a região e a oferta da mão-de-obra, sendo geralmente de 08 (oito) horas diárias, 05 (cinco) dias por semana.
Média Salarial

O salário de um Técnico em Agropecuária varia de acordo com a carga horária e a região em que se busca. Podendo variar entre R$1.000,00 e R$3.000,00.


Principais Raças de Suínos Criadas no Brasil

Raças de Suínos
(mais comuns no Brasil)